Amo,
Como eu amo.
Desesperadamente... amo.
Amo sem ver,
Vejo sem ter, tenho sem sentir.
Não sinto o toque,
Não toco o abstrato.
Existo sem registro,
não registro o que vejo,
Pois meus olhares se perdem
Na imensidão do que sinto.
O que sinto?
Sinto que amo.
Como abelha...
De longe percebo o néctar,
Então sugo... como sôfrego,
Mas perco-me nos polens,
Embriago-me na imensidão das cores.
Apenas... amo.
Amo como naufrago no mar,
Perdido no caos das gélidas águas.
Vislumbro um porto seguro.
Talvez uma miragem do desespero,
Emanado de um coração aflito.
Amo...
Como eu amo!
Mas como saber...
Sim, como saber, se não estou apenas a sonhar.
Escrito em 21 de abril de 2006, em uma sexta feira, à meia noite, em meu quarto.
Jonas Lopes de Oliveira
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Desejo
Desejo o céu!
Não, ainda, o céu lá.
Desejo sim,
O inicio do paraiso aqui.
Não todo o paraiso,
Parte dele!
A árvore...
Talvez não o fruto,
mas as folhas...
Quem sabe...a sombra apenas.
Desejo ouvir
As aves cantando, seria o suficiente.
Desejo...não ainda o céu,
Mas...
Parte dele.
Ouvi-la
Isso...
Bem perto de mim.
Na verdade o céu...
É você.
Não, ainda, o céu lá.
Desejo sim,
O inicio do paraiso aqui.
Não todo o paraiso,
Parte dele!
A árvore...
Talvez não o fruto,
mas as folhas...
Quem sabe...a sombra apenas.
Desejo ouvir
As aves cantando, seria o suficiente.
Desejo...não ainda o céu,
Mas...
Parte dele.
Ouvi-la
Isso...
Bem perto de mim.
Na verdade o céu...
É você.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
O fim do inevitável
O AMOR SÃO PÉTALAS JOGADAS AO AR, E TENTANDO RECOLHE-LAS, PUBLICO MINHAS POESIAS. BOA LEITURA.
A luz parece brilhar
quiz algo,
não o fiz.
foi bom o sentimento
da ausencia do fazer.
tive sensação de ter feito
mesmo não fazendo.
foi provocado um riso.
um riso contido,
expandido.
emoçoes estranhas,
mas conhecidas.
parece que o renovo
se vislumbra,
os sombrios sentimentos dissipam...
mas não vão longe.
ficam ali.
olhando...
provocando...
querendo voltar,
as vezes voltando.
mas o que importa?
o agora,
o momento,
o presente.
As folhas...
Ah, as folhas.
Não é que elas realmente voam?
Uma resposta ao inevitavel. Manhã de uma quinta feira, dia 08 de dezembro de 2004, às 11:20.
A luz parece brilhar
quiz algo,
não o fiz.
foi bom o sentimento
da ausencia do fazer.
tive sensação de ter feito
mesmo não fazendo.
foi provocado um riso.
um riso contido,
expandido.
emoçoes estranhas,
mas conhecidas.
parece que o renovo
se vislumbra,
os sombrios sentimentos dissipam...
mas não vão longe.
ficam ali.
olhando...
provocando...
querendo voltar,
as vezes voltando.
mas o que importa?
o agora,
o momento,
o presente.
As folhas...
Ah, as folhas.
Não é que elas realmente voam?
Uma resposta ao inevitavel. Manhã de uma quinta feira, dia 08 de dezembro de 2004, às 11:20.
Diálogo com a alma
TENTEI SER DISTANTE
NA DISTANCIA QUE HAVIA
TENTEI FICAR QUIETO NO SILENCIO QUE NÃO SE OUVIA
TENTEI NÃO ESCREVER
PARA ALGUEM QUE NÃO EXISTIA
E, COMO INDIFERENTE, RESISTIA
A TODO IMPULSO, SEM ALEGRIA.
CONTI O CHORO, E DE VERGONHA,
EU SORRIA.
NA DISTANCIA QUE HAVIA
TENTEI FICAR QUIETO NO SILENCIO QUE NÃO SE OUVIA
TENTEI NÃO ESCREVER
PARA ALGUEM QUE NÃO EXISTIA
E, COMO INDIFERENTE, RESISTIA
A TODO IMPULSO, SEM ALEGRIA.
CONTI O CHORO, E DE VERGONHA,
EU SORRIA.
A CIDADELA
“ Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém...” Apocalipse 21: 2.
Existe uma cidade, na verdade uma pequena cidade, talvez até pudéssemos chamá-la de um povoado. Entre tantas coisas existentes ali, havia algo bem peculiar... um personagem, um singelo personagem que para melhor compreensão iremos identificá-lo simplesmente como José. Não posso detalhar com particularidade a vida do José. Ele não é o mais importante, mas, a cidadela é que vai chamar a nossa atenção. Este povoado tinha belas arvores, flores, lindos pássaros e a população plantavam e colhiam... viviam-se modestamente e abundantemente em um impressionante dicotomia
de vida. O belo e o estranho conviviam até que harmoniosamente. Sempre se conseguia um petisco aqui e acolá, pois era gente acolhedora e bondosa. Barriga vazia? Não, isso não se encontrava ali. Havia também uma segunda personagem, como era seu nome? Não sei ao certo, mas a chamaremos de Maria. Ah... Maria, Senhora da lida, do labutar diário em busca de meios para a sobrevivência. Tinha ela dois filhos... um era jovem promissor estudante na capital. Apresentava feições arrojadas... cabelo arrumado de uma forma avançada... “rabo de cavalo” dizia ele com orgulho. Era a esperança de dias melhores para a sonhadora Maria. O outro, quem ele era? Lembram do José? Pois é... era ele... o José. Era o mais velho, cabelos já um tanto grisalhos e infelizmente apresentava um quadro de enfermidade na alma, mas diziam que era “espiritual”. “ Pastor, tem que fazer uma libertação nele...” afirmavam os bons cidadãos daquela cidadela. Este senhor, grisalho não tanto pela idade, mas, pelo sofrimento, tinha instante de bondade impar, mas de quando em quando era tomado por uma fúria doentia e incontrolável, e lá estava eu a acalmar o pobre homem, a falar-lhe do evangelho que pode libertar, curar... a uma certa distancia certamente, pois neste dia o José estava tomado por fúria incomum, armado de uma faca. A mãe a chorar em um canto da casa, o filho mais novo, “o único que é bom da cabeça” diziam outros, estava na capital. O pai, onde estava o pai? Já a muito um personagem ausente. Então estava neste quadro três pessoas, eu, o filho doente e a mãe, mas estava também um quarto e poderoso personagem: O SENHOR. Voltemos à cidadela. Não era com certeza a cidade santa, não por ser promiscua, mas por ser um lugar como qualquer outro com beleza e feiúra, pessoas boas e más. Era encravada entre montes e rompantes de belas arvore. Havia ali lindo cinturão verde a rodeá-la, como que abraçando, dando a ela um ar de pureza inigualável. Carros havia lá, mas não tantos. Era tranqüila. Ah... sua comida, verdadeiras iguarias a serem degustadas em convidativos crepúsculos de brisa acalentadora. Em um cenário assim era preciso esforço para não cair no pecado da gula. Mas, voltemos ao senhor grisalho. Naquela manha ele estava tomado por uma fúria incomum. Nada tinha de seu habitual cavalheirismo, estava bravo. A mãe na cozinha, escondida entre moveis e espreitando a cena. Ele ali... a falar impropérios impublicaveis. A minha prece inaudível era para o SENHOR o conter, o curar, o tranqüilizar... a cena era grotesca e amedrontadora. Era uma cidadela, um povoado, e as nuvens no céu davam um aspecto de algo divino... parecia um anjo a nos olhar. (continua). Rev. Jonas Lopes de Oliveira
“ Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém...” Apocalipse 21: 2.
Existe uma cidade, na verdade uma pequena cidade, talvez até pudéssemos chamá-la de um povoado. Entre tantas coisas existentes ali, havia algo bem peculiar... um personagem, um singelo personagem que para melhor compreensão iremos identificá-lo simplesmente como José. Não posso detalhar com particularidade a vida do José. Ele não é o mais importante, mas, a cidadela é que vai chamar a nossa atenção. Este povoado tinha belas arvores, flores, lindos pássaros e a população plantavam e colhiam... viviam-se modestamente e abundantemente em um impressionante dicotomia
de vida. O belo e o estranho conviviam até que harmoniosamente. Sempre se conseguia um petisco aqui e acolá, pois era gente acolhedora e bondosa. Barriga vazia? Não, isso não se encontrava ali. Havia também uma segunda personagem, como era seu nome? Não sei ao certo, mas a chamaremos de Maria. Ah... Maria, Senhora da lida, do labutar diário em busca de meios para a sobrevivência. Tinha ela dois filhos... um era jovem promissor estudante na capital. Apresentava feições arrojadas... cabelo arrumado de uma forma avançada... “rabo de cavalo” dizia ele com orgulho. Era a esperança de dias melhores para a sonhadora Maria. O outro, quem ele era? Lembram do José? Pois é... era ele... o José. Era o mais velho, cabelos já um tanto grisalhos e infelizmente apresentava um quadro de enfermidade na alma, mas diziam que era “espiritual”. “ Pastor, tem que fazer uma libertação nele...” afirmavam os bons cidadãos daquela cidadela. Este senhor, grisalho não tanto pela idade, mas, pelo sofrimento, tinha instante de bondade impar, mas de quando em quando era tomado por uma fúria doentia e incontrolável, e lá estava eu a acalmar o pobre homem, a falar-lhe do evangelho que pode libertar, curar... a uma certa distancia certamente, pois neste dia o José estava tomado por fúria incomum, armado de uma faca. A mãe a chorar em um canto da casa, o filho mais novo, “o único que é bom da cabeça” diziam outros, estava na capital. O pai, onde estava o pai? Já a muito um personagem ausente. Então estava neste quadro três pessoas, eu, o filho doente e a mãe, mas estava também um quarto e poderoso personagem: O SENHOR. Voltemos à cidadela. Não era com certeza a cidade santa, não por ser promiscua, mas por ser um lugar como qualquer outro com beleza e feiúra, pessoas boas e más. Era encravada entre montes e rompantes de belas arvore. Havia ali lindo cinturão verde a rodeá-la, como que abraçando, dando a ela um ar de pureza inigualável. Carros havia lá, mas não tantos. Era tranqüila. Ah... sua comida, verdadeiras iguarias a serem degustadas em convidativos crepúsculos de brisa acalentadora. Em um cenário assim era preciso esforço para não cair no pecado da gula. Mas, voltemos ao senhor grisalho. Naquela manha ele estava tomado por uma fúria incomum. Nada tinha de seu habitual cavalheirismo, estava bravo. A mãe na cozinha, escondida entre moveis e espreitando a cena. Ele ali... a falar impropérios impublicaveis. A minha prece inaudível era para o SENHOR o conter, o curar, o tranqüilizar... a cena era grotesca e amedrontadora. Era uma cidadela, um povoado, e as nuvens no céu davam um aspecto de algo divino... parecia um anjo a nos olhar. (continua). Rev. Jonas Lopes de Oliveira
ACREDITE
Acredite no potencial que há em você, dado pelo Senhor, e então vença, em nome de Jesus Cristo. Não permita, em hipótese nenhuma, que a derrota seja sua sombra a lhe acompanhar na lida diária. Sei que esta existência é adornada por aflições oriunda da nossa condição finita. Mas, ACREDITE que você pode vencer, e esta verdade esta corroborada pela palavra de Deus, que afirma: “Acaso, para o Senhor há coisa demasiadamente difícil? “ (Genesis 18:14). Se, humildemente se oferecer em sacrifício santo e agradável a Deus, colocando-o como seu Senhor e Salvador, sua vida será transformada. Aleluia! A única condição para que triunfemos nesta árdua jornada da existência humana é o reconhecimento da dependência divina, pois, sem Cristo nada podemos fazer. Qual a dor que sangra a sua alma? O que faz você chorar silenciosamente suas fadigas, estando já pronto a desistir de tudo? Sei que suas razões são plausíveis, pois, quem conhece e a dor do coração alheio? Quem sabe o que vai à alma do outro? Mas, quero fazer companhia, não no seu lamento, mas, na verdade que o Espírito Santo esta plantando AGORA em seu coração. Uma verdade que fortalece, aperfeiçoa e faz brotar um furtivo sorriso do mais intenso prazer. Quando percebemos a ação do Senhor, trazendo cura e uma nova disposição, ficamos como quem sonha. A alegria é indescritível. SEI QUE POSSO. Aleluia. Acredite você pode vencer, ser salvo e feliz mesmo diante das maiores agruras típicas de uma sociedade que agoniza em meio ao caos da desesperança. Estamos neste mundo, mas, não precisamos compactuar dos elementos que castram os sonhos das conquistas. Castram, pois, de uma forma atroz e terrível querem nos fazer incompletos, seres “mancos” na alma, adoecidos no espírito, mas, não temos que ser assim, ACREDITE os sonhos de Deus para você irão se concretizar, mesmo que parecem demorar. Abraão e Sara riram quando receberam a promessa do nascimento de um filho: “... e se riu e disse consigo: A um homem de cem anos há de nascer um filho? Dará à luz Sara com seus noventa anos?” (Genesis 17:17). Pode ser que, no seu intimo, você esteja rindo, dizendo: “Como poderei ser feliz? É impossível”. Veja o que diz o Senhor para você: “Porque para Deus não haverá impossíveis em todas as suas promessas.” (Lucas 1:37). Estou plenamente certo que Jesus vai honrá-lo / a, e nos fazer triunfar nesta terra. ACREDITE e faça coro junto aos que clamam pelo melhor de Deus. Amém. Com carinho, do amigo: Pr. Jonas Lopes de Oliveira.
Acredite no potencial que há em você, dado pelo Senhor, e então vença, em nome de Jesus Cristo. Não permita, em hipótese nenhuma, que a derrota seja sua sombra a lhe acompanhar na lida diária. Sei que esta existência é adornada por aflições oriunda da nossa condição finita. Mas, ACREDITE que você pode vencer, e esta verdade esta corroborada pela palavra de Deus, que afirma: “Acaso, para o Senhor há coisa demasiadamente difícil? “ (Genesis 18:14). Se, humildemente se oferecer em sacrifício santo e agradável a Deus, colocando-o como seu Senhor e Salvador, sua vida será transformada. Aleluia! A única condição para que triunfemos nesta árdua jornada da existência humana é o reconhecimento da dependência divina, pois, sem Cristo nada podemos fazer. Qual a dor que sangra a sua alma? O que faz você chorar silenciosamente suas fadigas, estando já pronto a desistir de tudo? Sei que suas razões são plausíveis, pois, quem conhece e a dor do coração alheio? Quem sabe o que vai à alma do outro? Mas, quero fazer companhia, não no seu lamento, mas, na verdade que o Espírito Santo esta plantando AGORA em seu coração. Uma verdade que fortalece, aperfeiçoa e faz brotar um furtivo sorriso do mais intenso prazer. Quando percebemos a ação do Senhor, trazendo cura e uma nova disposição, ficamos como quem sonha. A alegria é indescritível. SEI QUE POSSO. Aleluia. Acredite você pode vencer, ser salvo e feliz mesmo diante das maiores agruras típicas de uma sociedade que agoniza em meio ao caos da desesperança. Estamos neste mundo, mas, não precisamos compactuar dos elementos que castram os sonhos das conquistas. Castram, pois, de uma forma atroz e terrível querem nos fazer incompletos, seres “mancos” na alma, adoecidos no espírito, mas, não temos que ser assim, ACREDITE os sonhos de Deus para você irão se concretizar, mesmo que parecem demorar. Abraão e Sara riram quando receberam a promessa do nascimento de um filho: “... e se riu e disse consigo: A um homem de cem anos há de nascer um filho? Dará à luz Sara com seus noventa anos?” (Genesis 17:17). Pode ser que, no seu intimo, você esteja rindo, dizendo: “Como poderei ser feliz? É impossível”. Veja o que diz o Senhor para você: “Porque para Deus não haverá impossíveis em todas as suas promessas.” (Lucas 1:37). Estou plenamente certo que Jesus vai honrá-lo / a, e nos fazer triunfar nesta terra. ACREDITE e faça coro junto aos que clamam pelo melhor de Deus. Amém. Com carinho, do amigo: Pr. Jonas Lopes de Oliveira.
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